Cada gravidez é única

Mamães, futuras mamães e mulheres no geral, esse é um recado especial para vocês que eu tive que martelar muito para pode colocar na minha cabeça dura.

Cada gravidez é única. E isso serve até para as mulheres que tiveram mais de um pimpolho. Pode perguntar para elas caso ainda tenha dúvida.

Não tem como comparar, moldar ou desejar uma gravidez igual a da vizinha ou amiga da amiga.

E agora eu posso dizer isso porque como mamãe arco-íris sei bem que cada gestação tem lá suas diferenças.

A verdade é que passado o susto inicial, comecei a organizar a minha mente para viver essa gestação da forma mais saudável possível.

E a primeira atitude que tomei foi não comparar a minha gestação anterior com essa. Até porque, apesar de compreender que meu primogênito está no céu, é dolorido (ao menos para mim) pensar que algo de ruim poderia acontecer novamente.

Tomada essa decisão, era hora de controlar meus instintos de jornalista investigativa para não fazer pesquisas além da conta.

Eu leio muito, assisto documentários, levo listinha com dúvidas para o médico, converso com outras mães, rezo. E, claro, mantenho a atenção redobrada com a minha saúde física, espiritual e psicológica.

Mas não se iludam, pois bem rolava uns lanches, sorvetes e batata frita por aí! Fazer o que se todo mundo oferece comida para a grávida?

Sempre tive comigo que o equilíbrio é a alma do negócio e durante a gestação não poderia ser diferente.

Fui agraciada com um primeiro trimestre muito tranquilo. Não tive enjoos, náuseas, incômodos. Só um sono surreal! Meu amigo, não podia olhar pra mim que eu já estava cochilando.

E estou falando isso logo de cara porque é uma pergunta obrigatória quando alguém descobre que você está grávida: “mas você não está passando mal?”

Não, eu não passei mal durante as 39 semanas e 6 dias de gestação. Tirando a parte do trabalho de parto que é outra história.

E estou dizendo isso logo de cara para que você entender que é única. Seu corpo é único e tudo o que acontece com ele também é muito particular.

Conheço muita gente que passou mal até o último segundo do bebê na barriga. Pessoas que não sentiram nada e outras que ficaram metade metade.

Não dá pra adivinhar em qual fila você vai entrar. O negócio é se cuidar e levar cada momento difícil como um sacrifício pela vida que você carrega.

A verdade é que não existe vídeos na internet ou livros gigantescos que explicam esse tempo de espera.

E logo você vai aprender que na realidade esse período s+o quem entende é você, Deus e o bebê. Desculpa aí maridos!

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