Roteiro de 2 dias em Lisboa

Portugal é lindo e repleto de detalhes que estão naquela lista do “precisa conhecer”, mas sabemos que essa não é a realidade de todos que vêm ao país.

Pensando nisso, fiz uma programação para ajudar aqueles que irão pousar em Lisboa e tem pouco tempo para conhecer a cidade e aproveitar as belezas que ela oferece.

Já aviso que não foi nada fácil, então terminando de ler esse texto já compartilha com os amigos que tem Lisboa na lista das próximas viagens.

Chega de falatório e vamos ao que interessa!

1 dia – chegada em Lisboa

Como não temos tempo a perder, o negócio aqui é deixar a mala no lugar onde vai ficar e ir para a rua.

Nossa primeira parada será na Sé de Lisboa, onde conseguimos ir a pé (tem que aguentar a subidinha) ou de tuk tuk. Também conhecida como Igreja de Santa Maria Maior, é um dos monumentos medievais mais antigos de Lisboa, com data da Segunda metade do século  XII.

Devido os terremotos e incêndio a Sé passou por algumas alterações, tendo dois estilos arquitetônicos principais: romântico e gótico. Se é linda por fora, imagina o interior repleto de detalhes!

Na parte superior da igreja está o Tesouro da Sé, composto por quatro salas com relíquias de diferentes épocas.

A Catedral abre diariamente das 9h às 19h
Claustro: diariamente das 10h às 18h e custa 2,50 euros
Tesouro da Sé: segunda a sábado das 10h às 17h e custa 2,50 euros

De lá, caminhando um pouco mais encontraremos o Miradouro de Santa Luzia, que nos possibilita ter uma das vistas mais belas de Alfama e o rio tejo vistos de cima. Considerado um dos mais belos miradouros, esse espaço conta com azulejos com representações da Praça do Comércio antes do terremoto de 1755 e também do ataque cristão ao Castelo de S. Jorge. Ah! Se prepare para fotos lindas!

 

Descendo as escadas do Miradouro entraremos nas famosas ruelas de Alfama, um dos bairros mais autênticos de Lisboa que reúne uma vasta riqueza artística. Características singulares dão o tom de alegria e tranquilidade desse lugar rodeado de prédios antigos e coloridos. Por aqui também é possível ouvir o famoso fado que ecoa de pequenos restaurantes localizados nas ruas pequenas e repletas de turistas.

 

Caminhando as margens do rio Tejo chegaremos ao Terreiro do Paço ou Praça do Comércio como ficou conhecida. Aqui é parada obrigatória para todos que vem a Lisboa!

A partir dessa localização é possível definir um novo caminho para conhecer outros lados de Lisboa, sentar as margens do rio Tejo e experimentar as castanhas quentinhas ou apenas descansar nas escadinhas de D. José I e do cavalo Gentil, obra de Machado de Castro.

Atravessando a rua chegamos ao Arco Triunfal da Rua Augusta, que ao subir possibilita mais uma daquelas vistas impressionantes do rio Tejo e Praça do Comércio. Com os suntuosos prédios amarelos o Arco marca a entrada para as ruas repletas de lojas, restaurantes, artistas e, claro, turistas. O monumento abre para visitas diariamente das 9h às 19h e o valor é 2,50 euros.

 

Estando aqui fica fácil escolher um lugar para degustar um jantar típico português acompanhado de um bom vinho, mas a minha sugestão é abrir o apetite com o famoso pastel de bacalhau com queijo Serra da Estrela da Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, que custa 4 euros a unidade.

2 dia – aproveite ao máximo

No segundo dia é importante acordar cedo para aproveitar ao máximo esses dois lugares que vou sugerir.

O distrito de Belém guarda boas histórias, lindas vistas e, como não poderia faltar, sabores surpreendentes (foi aqui que experimentei o melhor cachorro-quente de Lisboa). É possível chegar de autocarro ou bonde número 15E.

Se tem pouco tempo para a visita a Belém a minha sugestão é focar nas principais atrações turísticas: Mosteiro dos Jerônimos, Padrão dos Descobrimentos, Torre de Belém e a confeitaria Pastéis de Belém.

Para economizar tempo, dessa vez indico não visitar as atrações por dentro, já que costuma demorar um pouco. Apenas a Igreja dos Jerônimos é possível visitar gratuitamente.

Tudo está localizado bem pertinho, sendo possível fazer todo o trajeto a pé e ainda aproveitar a vista do grande jardim que separa as atrações.

Prepare-se apenas para perder alguns minutinhos na fila dos pastéis de Belém. Por incrível que pareça a espera para consumir no local não demora tanto e vale cada segundo.

Aqui a minha dica é experimente os pastéis de Belém com um pouco de canela, cada um custa 1,10 euros. Vale acompanhado de um delicioso chocolate quente e se ainda tiver fome um pão de Deus com presunto vem a calhar.

 

Como tudo que é bom dura pouco, chegou a hora de ir, organizar as coisas e seguir viagem!

Logo mais trago outras sugestões lisboetas para vocês, enquanto isso aproveita para deixar seu comentário e compartilhar essas sugestões com seus amigos.

Até a próxima!

5 coisas para fazer antes do ano terminar

Você já parou para pensar que o ano está quase chegando ao fim? Pois é, passou bem mais rápido do que podemos imaginar.

Confesso que fiquei um pouco frustrada pensando que eu não coloquei em prática nem metade da minha lista de resoluções para um novo ano.

Carreguei esse pensamento por algumas semanas, até abrir a minha timeline do Instagram e ver uma postagem de alguém falando que ainda dá tempo de colocar aquela lista esquecida em prática antes de 2019 chegar!

Ok eu sei que soa meio engraçado ter uma lista de coisas para fazer antes do ano acabar, sendo que às vezes é mais fácil esperar a noite da virada para renovar aquela velha lista.

E tudo bem se você se encaixa no perfil dos que preferem esperar o ano novo para dar um jeito nas promessas. Eu tenho tentado pensar um pouco diferente.

Sou daquelas que acredita que mesmo com apenas dois meses é possível tirar muita coisa do papel. Pense positivo, ainda tempos parte de novembro e dezembro inteiro para isso.

A partir desse monte de pensamento borbulhando, resolvi fazer a minha nova lista de resoluções para o fim do ano. Pensei em coisas mais fáceis, já que ainda estou em fase de transição por aqui.

Me mudei para Lisboa ( PT) recentemente e contei nesse post como foi – Mudamos de país!

Dá uma olhada nas minhas 5 metas para 2018.

1-     Fazer uma limpa nas gavetas (malas): fiz isso antes de mudar e foi ótimo. Mas não sei como as minhas gavetas (e mala que tem feito a vez no guarda-roupa) estão lotadas novamente. Na verdade, sei sim, mas isso fica para outro post. A verdade é que arrumar o armário demanda tempo, bom humor e desapego. Pode ser chato, mas garanto é libertador conseguir abrir seus espaços e decidir a roupa ou encontrar um documento com mais facilidade. Vai por mim!

 2-     Terminar de ler um livro: Eu amo ler e quase todo mundo sabe disso, então essa meta nem deveria estar aqui. Mas você vai entender o motivo disso. Trouxe apenas um livro para Portugal, que eu ganhei de duas amigas muito especiais, pequeno e fácil de ler. No entanto, eu começo e paro o tempo todo e nunca chego ao final. Coloquei na minha cabeça que não chances virar o ano sem terminar o livro. Até porque quero contar aqui para vocês o que achei. Por hora, fica a meta e o suspense.

 3-     Visitar um asilo: Na verdade o interessante aqui é colocar em prática aquela meta que sempre está na nossa lista e demoramos tanto para cumprir (que vacilo). Ser caridoso com alguém nem deveria ser meta e, sim uma obrigação de todos nós, mas às vezes precisamos de um empurrão para funcionar. Aqui em Portugal a população idosa é gigante, consequentemente, existem asilos e casas de repouso. Eu já sou apaixonada por velhotes (como dizem aqui), então será algo muito especial.

 4-     Cozinhar algo gostoso: Eu vivo fugindo da cozinha, confesso que meu dom para panelas e menus não é dos melhores. O Diogo sofre um pouco porque raramente eu o surpreendo com algo gostoso. Se você, assim como eu, é daqueles que foge da cozinha, saiba que ainda dá tempo de aprender a fazer algo gostoso para um momento especial. Me aguardem!

 5-     Ir ao dentista: Essa meta eu cumpri ainda no Brasil, mas ela está aqui para te lembrar que ir ao dentista é tão importante quanto aquele check up médico anual. Parece que não, mas a saúde bucal é muito importante para a qualidade de vida como um todo. Acabando de ler esse post já liga para seu dentista!

Muitas vezes tenho a impressão que ficamos tão obcecados com o que vai nos acontecer no futuro, que esquecemos de viver as coisas do dia a dia e essa nossa lista, que muitas vezes é simples, acaba sendo esquecida no meio da correria.

Ou lembramos das nossas promessas que foram tão legais de pensar e achamos que não dá mais tempo de cumprir só porque nos restam 2 meses para dizer adeus a 2018.

Passou da hora de entender que não precisamos adiar nossas listas e decisões só porque a folhinha do calendário rodou mais do que pensamos. Não espere até a noite do dia 31.12 parar colocar suas vontades e sonhos em prática.

Parece clichê, mas precisamos pensar que o tempo passa rápido demais para deixarmos a nossa lista pela metade.

Agora é a sua vez de colocar aquela lista em prática! Me conta o que você ainda vai fazer em 2018?

Sua vez de morar fora do país

Assim que mudamos de país além dos votos de sucesso, o que mais escutamos foi a seguinte pergunta: como vocês fizeram para mudar para Portugal?

Sinto desapontar, mas a resposta talvez não seja bem a que você gostaria de ouvir. Porém é a mais verdadeira: viemos.

 

Brincadeirinha! 🤗

Para você sair do país você vai precisar de três itens básicos: coragem, um valor razoável em dinheiro e o minímo de planejamento.

• Coragem para deixar tudo e enfrentar os infinitos obstáculos que irão surgir diante do seu nariz.

• Dinheiro que parece bobeira mas não é. Dá pra viver com pouco? Dá! Porém fazer isso em um país desconhecido não é tão fácil assim.

• Planejamento é fundamental. Saber algumas palavras na idioma do país, entender a linha do mêtro e algumas caracteríticas da cidade ajuda e muito.

Claro que tem sempre aqueles que metem o louco e vão! Mas eu prefiro seguir alguns passos “seguros” e sugiro que você também.

Então vamos ao que interessa: antes de virmos para a Europa pesquisamos e conversamos muito.

Também aprendemos a nos desapegar de muitas coisas, o que é fundamental quando você escolhe estar longe de casa.

O que inclui família, amigos, roupas, coleções e até velhos hábitos como aquele banho fervendo ou manteiga no café da manhã.

Já quando o assunto são as questões burocráticas entenda que ela começa no Brasil e não acaba nunca. Tome doses cavalares de paciência.

Ainda no Brasil adquira as passagens, seguro viagem, hospedagem, dinheiro e os demais requisitos que o país de destino pede.

Detalhe importante, tenha aos menos o valor para viver no mínimo durante 1 ano (vai que você não consegue um trabalho).

Encare as horas de vôo com bom humor, os perrengues com mala pesada e transportes também.

Chegando no país tão sonhado, vista sua força de vontade para correr atrás de documentos, lugar para ficar e emprego.

Isso pode demorar horas, dias ou meses.

Por fim, aprenda a viver sozinho ou apenas com a pessoa que você foi. Serão apenas vocês e Deus.

E nunca esqueça que educação e respeito cabem em todo lugar e país. Esse é o princípio básico para o manual de sobrevivência de quem deseja alçar voos fora do seu local de origem.

Se você também quer sair por aí, fica de olho aqui no blog que eu vou partilhar com você como tem sido a vida em terras portuguesas.

Ah! Tem um amigo que está doido para embarcar nessa loucura, compartilha esse post com ele.

Dá uma olhada aí do lado e me siga no Instagram, lá tem sempre novidades fresquinhas!

Um pesadelo chamado transição capilar

Meu cabelo diz muito mais sobre mim do que eu gostaria e esse é um fato. No fundo acho isso bem triste, ser totalmente dominada pelo cabelo me mostra como as nossas atitudes podem ser restritas.

E eu sei que tem um monte de gente que passa por isso também, se sente inferior a outras pessoas, sozinha e triste. E gente, isso não é nada normal, não podemos continuar agindo dessa forma.

Chega um momento da vida que a mudança se faz necessária e ela é libertadora, posso dizer com conhecimento de causa.

E nesse post vou contar como tem sido a minha luta entre o cabelo que eu tenho e o cabelo que eu/uma parcela do mundo gostaria de ter.

 

Sou filha da mistura, como boa parte desse Brasilzão. Mãe branca e pai negro, claro que o resultado possivelmente seria uma filha morena ou mulata para alguns. No caso eu!
E antes que me julguem, eu tenho o maior orgulho da cor que tenho.

O contexto é apenas para mostrar que estamos no Brasil e aqui o que mais tem é gente misturada, graças a Deus!

Mas voltando ao que interessa. Não me lembro de quando comecei a lutar com meu cabelo. A minha memória de Dory, não vai me permitir contar muitos detalhes, mas lembro do suficiente para você compreender.

Até o colegial tinha o cabelo tipo Vanessa da Mata, mas também passei por várias trancinhas, coques e outros looks. Na época até achava bonito, mas era zuada (nem sabia que isso era bullying) então vivia perdida com as madeixas.

No entanto, quando comecei a trabalhar e estava me preparando para entrar na faculdade decidi que era hora de ter um cabelo que “desse menos trabalho”, foi ai que optei pelo tratamento de choque: alisamento hardcore. Acredite se puder, ainda corte chanel e de franja (não me pergunte se tenho fotos, não tenho).

Claro que comecei a faculdade me achando! E sim, por hora o cabelo era prático.

Passei bons 8 anos da minha vida entre os meses lisos e o retoque. Ficava horas sentada na cadeira respirando aquele ar meio impuro para o meu liso voltar.

Nesse meio tempo também me privava algumas vezes de cair na piscina com os amigos e saia correndo quando apontava a chuva. Haja oração para São Pedro.

Aos poucos fui me tornando refém do cabelo, mas não notava. Estava na moda!

Contudo, por mais cuidado e hidratação que você faça chega uma hora que o seu cabelo pede socorro e não precisa ser cabeleireira para saber disso. Aliás, os próprios profissionais vão poder te dizer.

E o meu começou a gritar. Foi ficando meio ralo, sem graça. Além disso, já havia conversado e visto alguns médicos falando sobre os males que o formol usado durante muito tempo pode causar a nossa saúde.

Foi a deixa para tentar voltar ao cabelo natural. Foram 3 anos cortando, trançando e amarrando. Até que o cabelo ficasse 100% natural. Muito sofrimento e choro escondido. Além de uma vontade incontrolável de alisar para tornar tudo mais fácil.

Por isso digo. Seja forte, isso passa!

Aceitar meu cabelo crespo foi uma luta interna. O que ajudou foi ver que tantas outras mulheres também estavam passando pelo mesmo que eu e conseguiam a grande liberdade!

Hoje meu cabelo está 100% natural, confesso que quando quero mudar recorro a chapinha e secador. Cenas raras, porque eu gosto tanto dos cachinhos e tenho tanta preguiça de passar calor naquela cadeira que prefiro me virar com o que tenho.

Ah! E ele não acorda sempre de bom humor ou está do jeito que eu sonho. Mas é meu, é minha cara, minha identidade e finalmente eu aprendi a me amar com o que tenho.

Faz um tempo e assisti um documentário no Netflix chamado “Felicidade por um fio”, nele a protagonista retrata o que uma boa parcela das mulheres passam ao se ver frente a frente com o cabelo natural.

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Ali fica nítido como o cabelo influencia na autoestima da mulher e em todo o resto. Empoderada que fala não é?

Vejo que essa luta não é apenas de mulheres com cabelos crespos. Mas daquelas com cabelos lisos, claros, escuros, do nariz chato, dos seios pequenos ou fartos. Dos quadris largos, barriga saliente e pernas finas.

Não é apenas o cabelo que nos faz reféns. Somos nós e nossa mania de querer ser iguais. Acho mesmo que passou da hora de compreendermos a nossa beleza, entender que nosso corpo é templo do Espírito Santo e que cada uma, com sua essência única, é uma beleza a ser contemplada.

Quer realmente empoderar mulher? Se olhe no espelho e veja a beleza que vem de você!

Se você tem alguma coisa que não te deixa satisfeita ou já revolucionou sua relação com o espelho, deixa aqui nos comentários. Vamos trocar boas ideias e nos ajudar a ir cada vez mais longe!

 

Minha vida numa mala de 23kg

Conversei muitas vezes com algumas amigas sobre como seria colocar em uma mala roupas, sapatos e outras coisitchas para viver não sei quanto tempo fora do país.

E até, de fato, organizar a mala eu ainda não conseguia visualizar como faria isso. Mas eu consegui!

Então vamos lá, é desapego que vocês querem? Só continuar lendo esse post.

No entanto, adianto que não foi tão fácil quanto parece. Como disse no post Mudamos de país, passamos um bom tempo planejando mudar de país e desde o início estou trabalhando meu psicológico para abrir mão de várias coisas.

Se eu não quero pagar excesso de bagagem, preciso me conter e fazer caber tudo em uma mala de 23kg (peso autorizado para voos internacionais) e algumas coisinhas na mochila. E só!

Ah! Antes que perguntem, na classe econômica é possível despachar duas malas de 23kg, mas optamos por levar a palavra “econômico” bem ao pé da letra e é uma para cada e não se fala mais nisso.

Mas voltando ao que interessa, antes do primeiro grande limpa do guarda-roupa (parte mais difícil para mim e para boa parte das mulheres), comecei a pesquisar sobre o minimalismo e cai no documentário da Netflix, Minimalism: A Documentary About the Important Things, que conta a história de dois caras que viajam pelo mundo levando o conceito de minimalismo, o famoso “menos é mais”.

 

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Acredite! Todo mundo precisa assistir esse doc, é rapidinho e você desliga a TV com outra visão. Ao menos foi isso que aconteceu comigo.

Em resumo, o documentário mostra a importância de realmente dar valor aquilo que adquirimos e a entender se elas são realmente úteis. Passamos a entender a função de cada peça e automaticamente passamos a dar mais valor aquilo que compramos.

Eu totalmente influenciável já queria jogar tudo fora e ficar apenas com duas calças jeans e algumas camisas brancas e pretas. Mas me segurei.

Obs. Nota-se um certo perigo também. Sugiro que assista e espere alguns dias antes de fazer o limpa.

Depois do documentário comecei a pesquisar sobre o armário cápsula, que para quem não conhece é um conceito antigo, onde as pessoas (principalmente mulheres) optavam por peças básicas e atemporais que ao combinar com acessórios, sapatos e outras roupas deixam a pessoa bem vestida.

Parece loucura, mas é maravilhoso!

A partir dessa visão, foi mais fácil abrir mão de algumas coisas. Aos poucos fui limpando cada cantinho da casa, coloquei algumas coisas a venda e doei outras. E confesso que não sabia que tinha tanta coisa assim.

No fim o meu guarda-roupa (que era o mais complexo) reduziu em praticamente 70%. E fiquei feliz com o resultado: espaço mais amplo, arejado, organizado e com poucas opções de roupas e sapatos, o que me fez gastar bem menos tempo escolhendo com que roupa sair e encontrar algumas coisas bem legais no lado do Diogo.

Depois disso, ainda selecionei as opções que mais usava e que combinavam entre si para colocar na mala. Também escolhi algumas coisinhas que são parte da decoração da casa para levar.

Essa segunda opção julgo importante para quem irá passar uma longa temporada fora. Acordar e ver algo familiar no seu novo cantinho trás ótimos sentimentos.

Mas sabe o que foi a melhor coisa nesse desapego todo?

  • Aprendi a combinar as roupas que tenho
  • Percebi que o guarda-roupa do marido é mais interessante do que parece
  • Realmente, não precisamos de muito para viver
  • Vale a pena comprar uma peça um pouco mais cara e durável do que várias sem qualidade
  • Hoje cuido muito melhor daquilo que conquistei

E você vai mudar de país? Cidade, casa ou quarto? Deixa nos comentários como tem sido esse processo de mudança e como você fez para escolher o que levar.

Agora se quer aprender a viajar barato, dá uma olhada nesse post: viajar barato é mais fácil do que parece.

O padrão de beleza não me representa

Durante muitos anos me esforcei para me adequar ao padrão de beleza que era sucesso entre a maioria das pessoas. Magra, mas não muito. Cabelo liso, com cara de saudável. Maquiagem do tipo eu nasci assim e, claro, salto alto. Se não souber andar, dá seu jeito.

Se era realmente assim que eu queria ser , tanto faz. O importante era ser aceita no meio em que eu vivia e pelas pessoas do meu convívio. Antes que pensem, essa não é uma crítica às pessoas que estavam comigo. Esse é um lance meu com meu espelho.

Aliás, o maior problema aqui não é apenas o que você usa exteriormente, mas ao que isso te transforma interiormente. Hoje vejo que aquela não era eu. E com o tempo tenho notado que tem muita gente – assim como eu – deixando de ser ela mesma, abandonando a essência para viver o que todo o resto impõe. E quem disse que deve ser assim?

Não sei se você sofre ou já sofreu com isso. Eu sim! Custei a entender o motivo de nenhum ser humano ser igual ao outro. Até gêmeos idênticos têm suas diferenças, mesmo que essa seja uma pinta no peito do pé. A diferença existe e isso é um fato.

E se ela existe é exatamente para nos mostrar que a beleza está justamente nesse lance de sermos únicos.

Demorei anos para assumir meu cabelo crespo e praticamente indomável, porque na minha escola ele não era tão “a cara do comercial de shampoo” e isso me envergonhava. Depois de dois anos e alguns meses da sofrida transição capilar, consegui deixar ao natural e foi libertador! Claro que tenho a típica característica feminina de brigar com ele alguns dias, mas sem tanta “nóia” como antes.

O mesmo aconteceu com as roupas. Sou apaixonada por saia midi e tênis, acho tão confortável, prático e moderno. Mas sou baixinha e para ajudar tenho canela grossa e quadril largo, tudo que alguém não deve ter para usar esse tipo de roupa, isso segundo alguns padrões da moda, claro.

A sorte é que o tempo passa e amadurecemos, o que não era indicado para o nosso biótipo, não importa tanto assim e eu logo coloquei no guarda-roupa a boa e velha saia midi para combinar com meus tênis por aí. E pasme agora tá muito na moda!

E a vida é assim mesmo. Com mídia, pessoas e todo o resto de olho nos padrões de beleza que já foram e voltaram tantas vezes. Lembra da moda da melissa transparente e calça curta (a famosa pantacourt)?

Cabe somente a nós saber como tudo isso nos influencia e aprender que padrão é viver com responsabilidade. Mais que isso, é amar aquilo que temos e somos, compreender que o equilíbrio é a melhor moda a ser seguida e que alertar aqueles que ainda sofrem com as imposições da sociedade é papel de todos.

Homem ou mulher, tanto faz. Se você se deixou levar por alguma imposição seja da mídia ou das pessoas ao seu redor, está na hora de parar e rever seus conceitos. Não quero que você olhe no espelho e se sinta mal com o que vê.

Ao contrário, sinta-se único, pois quando aceitamos por completo quem somos, entendemos que essa também é uma fonte de felicidade e liberdade intensa.

E aí, gostou desse post? Escreve aqui nos comentários se você também sofreu ou está passando por esse processo de autoaceitação.

Viajar barato é mais fácil do que parece

Viajar, viajar e viajar!
Para mim e para muita gente esse é a meta de vida: ter a oportunidade de conhecer muitos lugares e viver experiências únicas, coisas que a viagem proporciona de monte.

Mas quase tudo na vida precisa de organização e esforço, para viajar não é diferente e se não dá para ficar esbanjando por aí, esse post é especialmente para você.

Ah! Antes de continuar dá uma lida no post que eu conto sobre a mudança para outro país!

Selecionei algumas dicas para viajar sem crise psicológica e financeira. Pega a caneta, seu bloquinho e anota tudo porque a viagem não pode esperar muito.

1- Tire logo esse passaporte: não deixe para tirar só quando a viagem estiver toda planejada. Geralmente é um documento rápido, mas além de ter que pagar um valor (atualmente R$250) pode acontecer alguma burocracia que bloqueia a emissão do documento.  Não sabemos quando vamos encontrar aquele voo promocional não é?

2 – Defina seu destino: esse é o ponto de partida. Pense qual o lugar ou os lugares que você deseja se aventurar e se esta disposto a ficar em um quarto, apartamento, hotel ou casa que recebe mochileiros. Com isso será possível analisar o valor que irá gastar e começar a pensar em quanto guardar.

3 – Comece a poupar: como digo para as minhas amigas “nada de blusinha, jantares e exageros”. Para começar a guardar dinheiro você precisa estipular o valor e guarda-lo mensalmente (sem falcatrua heim). Vale a pena, vai por mim.

4 – Organize os gastos: mas é organizar mesmo. Levante todos os custos como passagem, hospedagem, alimentação, passeios e até as lembrancinhas e estipule os valores que serão gastos para cada opção.

5 – Use buscadores de passagens aéreas: eles são fundamentais para encontrar passagens mais baratas. No entanto, tenha paciência e pesquise muito até encontrar um valor acessível. Na dúvida ligue na companhia aérea e veja se consegue algum desconto diferente.

6 – Crie uma conta no Airbnb: crie, use e abuse. o app costuma ser mais vantajoso que os hotéis, ou seja, bem mais barato e costuma dar vários descontos. Vale a pena!

7 – Viaje na baixa temporada: as altas temporadas são repletas de turistas por todos os lados e as passagens, hotéis e passeios costumam ser bem mais caros. Já na baixa temporada os lugares estão mais calmos e você aproveita mais.

8 – Não esqueça o seguro viagem: na Europa, por exemplo, o seguro viagem é obrigatório, mas independente disso é importante garantir o seu. Afinal, não sabemos se vamos precisar.

9 – Garanta dinheiro em espécie: o IOF (Imposto sobre operações financeiras) costuma ser bem mais barato quando compramos o valor em espécie, já o cartão pode ser prático, mas cobra taxas altas. Além disso, quando temos o dinheiro em mãos gastamos bem menos.

10 – Tenha um valor extra: é sempre bom ter uma reserva para eventuais surpresas ou aquela passada no Duty Free.

♦ Dica extra: Saia do local onde esta hospedado apenas com o valor que pode gastar no dia. Garanto que não vai doer!

Prontinho! Dicas em mãos,  agora você já pode começar a planejar sua viagem. Mas antes me conta ai nos comentários qual a dica que você mais gostou?

Ah! Não esqueça de compartilhar esse post com os amigos!

O Podcast vai dominar o mundo. Você também acha?

Você é daquele tipo de pessoa que quando gosta de alguma coisa respira apenas aquilo?

Faz cursos, lê livros, reportagens, artigos e assiste documentários tudo relacionado ao tema queridinho do momento? Eu sou.

No entanto, que fique bem claro que não tem nada de errado em querer se especializar em algo que você tenha afinidade.

Mas, sabe quando você fica tão focado em uma coisa que acaba ficando desinformado sobre os milhões de assuntos que nos cercam? Isso acontece comigo direto, porém estou me esforçando (e gostando) para ampliar minha visão e dar chance às novidades. E por incrível que pareça tentando consumir a infinidade de conteúdos com um pouco de equilíbrio.

Antes de conhecer o Diogo (meu marido) nunca compreendi muito bem o universo “nerd”, mas aos poucos ele foi me seduzindo e jogando na minha cara milhões de informações entre vídeos no YouTube, sites, filmes, livros e camisetas. Mas, dentre todas elas o que mais me chamou atenção foi o Podcast.

Confesso que por um tempo fiquei pensando em como conseguir perder tanta coisa boa que esse espaço oferece. Mas o tempo está ai para corrermos atrás do prejuízo e foi exatamente o que eu fiz.

Antes de continuar apresentando a minha experiência com o universo dos Podcasts, preciso dizer que precisamos abrir nossos olhos e compreender que a internet não é feita apenas de vídeos e textos. E o Podcast está aí para provar isso, trata-se de uma mídia de transmissão de informações, quase sempre, voltados para temas específicos, produzidos por pessoas que desejam entregar aos seus ouvintes conteúdo de qualidade.

Mais especificamente falando:  “Podcast é uma mídia de transmissão de informações. É como um programa de rádio, porém sua diferença e vantagem primordial é o conteúdo sob demanda. Você pode ouvir o que quiser, quando quiser. Para isso basta acessar e clicar no play ou baixar o episódio” (Fonte: Mundo Podcast).

E a melhor parte é que por se tratar de uma ferramenta em áudio facilita muito o acesso. Dá para ouvir durante uma viagem, organizando a casa, no salão de beleza, praticando atividade física, estudando ou fazendo qualquer outra coisa. Vale a criatividade.

Mas você deve estar se perguntando onde mesmo eu quero chegar?

Vamos lá! Desde que o Diogo me apresentou o Podcast pude me aventurar por inúmeros assuntos tratados de forma leve, descontraída e muito consciente que vem acrescentando  tanto a minha vida profissional quanto pessoal.

E quando eu digo que vicio em algo, dessa vez foi diferente. O primeiro Podcast que ouvi foi o NerdCast, depois dele fui descobrindo cada vez mais e navegando da história do Brasil, passando por gastronomia, educação financeira e celebridades (me julguem).

E isso não é tudo. Para você também sentir esse gostinho de quero mais, selecionei 5 Podcasts que roubaram meu coração para partilhar com você. Tudo isso correndo o risco de ter deixado bons assuntos para uma próxima oportunidade.

Sem problemas. Depois de ler esse texto até o fim e conferir a minha lista, deixa nos comentários a sua sugestão de Podcast para uma futura seleção.

TOP FIVE

  1. Nerdcast 

Para aprender história, ciências, curiosidades ou dar muita risada com “Viajar é se f*der”, o Nerdcast foi o primeiro que Podcast que tive acesso e sempre tem um conteúdo massa para ouvir.

  1. O nome disso é mundo

Para quem gosta de viajar sem sair de casa ou está planejando alguma viagem bacana “O nome disso é mundo” é uma fonte muito necessária. Conteúdo massa sobre diversos lugares desse mundão e entrevistas de qualidade para quem tem um “pé atrás” sobre determinado lugar.

  1. Tá na mesa

Sou suspeita por sugerir esse Podcast. Afinal, quem me conhece sabe que eu não abro mão do bom e velho programa de culinária e ter esse banquete nas horas que não posso parar e assistir é maravilhoso. Tem de tudo, bate-papo sobre chefes, comida de verdade, culinária e dinheiro. Só ouvir que tá na mesa.

  1. Camila Porto 

Na verdade eu acompanho o trabalho da Camila Porto faz um tempo.  Com ela tenho aprendido e muito a descobrir o potencial da internet e do marketing e como aplicar no minha rotina. Além dos cursos, sites, redes sociais, e-books, a Camila também tem o Podcast no Spotify, são conteúdos rápidos e enriquecedores. Vale a pena!

  1. BRIO – Jornalismo para seus novos tempos

Por último e não menos importante, o Brio tem forte relação com a minha profissão e jornalista gosta de ouvir sobre a carreira. Geralmente escuto pelo Spotify, são histórias de profissionais de sucesso, casos marcantes do jornalismo e como não poderia faltar aquela essência do jornalismo.

Esse é o meu Top Five. Agora é sua vez de deixar nos comentários a sua sugestão de Podcast inesquecível. Estou esperando!

Mudamos de país!

Uma vez eu li que tomar decisão não é tão fácil quanto parece e até as pessoas que se dizem “as decididas”, passam por um momento onde é necessário para, pensar, repensar e ai sim bater o martelo.

Se você acha que faço parte das pessoas bem resolvidas e decididas. Achou errado (consegue ouvir minha risada?).  Eu penso: se para elas é difícil imagina para mim pobre mortal, que apesar de passar essa imagem de “nossa que mulher decidida”, sou mais enrolada que fio de telefone. Daquelas que empurra com a barriga mesmo.

E para quem se identifica essa personalidade só nos dá uma saída: demorar sim, mas quando decidir, decidir mesmo!

Depois disso, vida que segue!

O fato é que, como você pode ver no título, isso (a decisão) aconteceu recentemente e é uma baita responsabilidade.

Mas antes de falar dessa palavrinha em si. Vou explicar essa loucura para você entender melhor, faz mais de um ano que eu e meu marido conversamos sobre morar fora do país, quais as vantagens e desvantagens caso fosse a nossa realidade e como deveríamos nos programar para isso.

Papo vem e papo vai, muitas pesquisas e vídeos assistidos, o Diogo como a maioria dos homens já tinha a sua opinião super formada #partiu! Já eu me mantive em cima do muro durante uns bons meses.

Essa decisão é de fato começar do zero. Família, emprego, casa, amigos, lugares preferidos entre outras coisas. Tudo trocado por um passaporte e uma mala.

Obviamente não é fácil tomar essa decisão, principalmente quando você coloca o valor na calculadora e percebe que todo o dinheiro que você conseguiu  guardar, na conta final não vale quase nada. E que você vai ter que suar a camisa (literalmente) para conquistar algo num lugar que você pouco conhece.

Como uma conhecedora da causa, alerto: coloque tudo, até os pequenos detalhes na ponta do lápis, entenda quais os seus sonhos e o seu limite. E depois escolha entre ir e ficar.

Eu decidir ir. Não sei se quando você ler esse post estaremos no avião ou em terras estrangeiras.

A verdade é que estamos embarcando para a Europa e vamos passar uma temporada lá.

Ainda não sabemos se por meses ou para sempre, mas vejo que nesse momento não tem muito jeito aqui no Brasil, talvez não tenha lá fora também.

Mas preciso ir lá para ver!

A melhor parte de tudo isso é que você poderá acompanhar a nossa aventura aqui no Bloco de Notas br. A ideia é partilhar nossa rotina, mostrar um pouco do país escolhido (Portugal, o queridinho) e viver!

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Confira o making of da nossa chegada em Portugal clicando aqui!

 

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Pedi demissão e agora?

O sábio filósofo, Teilhard de Chardin, cantou a bola bem cedo com o pensamento “nenhum homem é uma ilha” e eu percebi que também não sou. Durante os anos que trabalhei na revista literalmente vesti a camisa da empresa e defendi os propósitos como parte integrante daquele meio. Porém, um dia o propósito da empresa já não era igual ao meu e por mais que eu desejasse a empresa não mudaria porque os meus pensamentos não eram mais os mesmos.

No entanto, entre compreender e de fato sair de um lugar existe um longo caminho a ser percorrido. Por isso, a rainha das listas que vos fala atacou novamente. Coloquei no papel todos os meus valores, pensamentos para o futuro, as decisões e consequências.

Além disso, passei praticamente 1 ano pensando se sair era a melhor decisão e inconscientemente (ou não) tentando me integrar novamente aquele espaço. No entanto, minha ilha havia se movimentado e eu não conseguia mais me encaixar com as outras.

Um belo dia durante o meu trajeto até a empresa um filme passou na minha cabeça. Cheguei e comecei a trabalhar normalmente, mas em um certo momento respirei fundo e num acesso imediato de coragem pedi demissão.

Uau!! Alguns diriam. Já outros mandam de cara: “ficou louca de vez”.

A verdade é que falar que aquele não era mais o meu lugar foi um alívio e, depois de algumas conversas e opiniões as claras eu e a empresa entramos num acordo para que todos fossem felizes para sempre.

Claro que do dia que pedi demissão até o dia que sai de fato ouvi de muitas pessoas coisas do tipo “você estudou tanto e agora está jogando o diploma fora” ou “trabalho estável, salário bom, horário flexível e na sua área, o que mais você quer?”.

Aliás, o problema maior é realmente esse, o que eu quero? E antes que você desista eu sei exatamente o que eu quero e vou responder logo mais, mas antes quero mostrar que não sou a única a ter certos pensamentos.

Há um tempo lendo o boletim diário do LinkedIn me deparei com a seguinte colocação:

“Entendi que pedir demissão às vezes tem que ser como arrancar um band-aid. (…) na maioria das vezes, tem que ser de uma vez para ter coragem. Coragem de assumir os erros passados e os riscos futuros, coragem de assumir que onde você está você não é a melhor versão de você mesmo e, finalmente, coragem de buscar pelo ambiente onde você será mais facilmente essa versão”, Mariana Ferraz, engenheira ambiental.

Mariana descreveu exatamente o que passa em minha mente desde o dia que respirei fundo e tomei a coragem de arrancar meu band-aid e, consequentemente assumir a minha melhor e pior versão. Senti uma dorzinha sim, afinal foram quase oito anos, mas como diria a minha mãe “até uva passa”. Desculpa a piadinha!

E respondendo uma das questões acima: O que eu quero? Eu quero mais é me desprender da ilha e encontrar o meu lugar ao sol. Não quero ouvir a música do Fantástico e sentir que amanhã vou para a forca. Quero que meus valores e ideias estejam vivos em mim todos os dias ao despertar e mesmo que eu trabalhe em um lugar não muito legal ou um tanto burocrático eu sempre estarei insistindo na ideia de acima de tudo ser fiel àquilo que eu acredito.

O mais louco de tudo isso é que desde que sai da revista, há alguns meses, muitas. Muitas pessoas mesmo, me procuram contando como tem se sentindo infelizes nos seus trabalhos e como esse sentimento tem prejudicado todo o resto da vida delas.

No fundo eu fico triste, pois por muitos anos me senti feliz ali. Contudo, isso torna cada dia mais certo que as coisas precisam mudar para que empregado e empregador se sintam felizes no ambiente em que convivem e como resultando colham bons frutos para a empresa onde trabalham.

Enquanto profissional e entendo que também preciso me esforçar para tornar um lugar ideal para conviver. No entanto, será que as empresas estão dando uma chance para tornar o trabalho algo realmente legal para todos?

Você, empregador ou empregado, deixe nos comentários a sua visão sobre o mercado de trabalho atual e o motivo de tantas pessoas estarem insatisfeitas com a vida profissional. Vamos partilhar boas ideias, sugestões e conteúdos!